Como o Atempo calcula os scores
Esta página detalha — passo a passo, com fórmulas — como transformamos respostas curtas em um Indicador de Bem-Estar (0–100, maior = mais risco), ancorado na NR-1, na ISO 45003 e na literatura científica nacional e internacional.
Marco legal e normativo
A obrigatoriedade de incluir riscos psicossociais no PGR decorre da NR-1 — Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, atualizada pela Portaria MTE nº 1.419, de 27 de agosto de 2024, com vigência das novas exigências a partir de 26 de maio de 2026(prorrogação pela Portaria MTE nº 765, de 15 de maio de 2025, publicada no DOU de 16/05/2025).
O Atempo foi projetado para atender — e ser auditável contra — o seguinte conjunto normativo:
- • NR-1 (Portaria MTE 1.419/2024) — itens 1.5.3 a 1.5.7: identificação, avaliação, controle e monitoramento de perigos, incluindo fatores psicossociais.
- • NR-7 — PCMSO, integrado ao PGR.
- • NR-5 — CIPA, com atribuições sobre saúde mental.
- • Lei nº 14.831/2024 — Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental.
- • Lei nº 13.467/2017 (Reforma Trabalhista) e Decreto 6.042/2007 — Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP).
- • Lei nº 13.709/2018 (LGPD) — dado de saúde é dado pessoal sensível (art. 5º, II e art. 11).
- • CID-11 (OMS, 2019; em vigor desde jan/2022) — código QD85, burnout classificado como fenômeno ocupacional (não é condição médica). Definido como síndrome resultante de estresse crônico no trabalho não gerenciado com sucesso, caracterizada por: exaustão, distanciamento mental do trabalho e redução da eficácia profissional.
- • OIT — Convenção 190 (2019) — violência e assédio no mundo do trabalho.
- • OMS/OIT (2022) — Guidelines on mental health at work.
- • ISO 45003:2021 — gestão de saúde e segurança psicológica no trabalho (referência técnica).
- • Guia Técnico do MTE (2024) — orientações sobre fatores psicossociais.
Fundamentação científica
Cada métrica do Atempo deriva de modelos teóricos validados em estudos populacionais de larga escala. Não inventamos novos construtos: traduzimos instrumentos consagrados em perguntas curtas, com o mínimo de fricção possível.
Maslach & Jackson (1981), Maslach, Schaufeli & Leiter (2001). Burnout = exaustão emocional + despersonalização (distanciamento) + baixa realização profissional. Base das nossas 3 perguntas semanais fixas de núcleo.
Karasek (1979); Karasek & Theorell (1990); Johnson & Hall (1988). Risco = alta demanda × baixo controle × baixo suporte. Origem dos fatores sobrecarga, autonomia e suporte.
Siegrist (1996). Desequilíbrio entre esforço empregado e recompensas (salário, reconhecimento, estabilidade) prediz doenças cardiovasculares e depressão. Fundamenta o fator "recompensas/eficácia".
Bakker & Demerouti (2007, 2017). Modelo dual: demandas levam à exaustão; recursos levam ao engajamento. Sustenta a separação entre componentes "drenantes" e "protetores" no score.
Kristensen et al. (2005); Burr et al. (2019); Zábrodská et al. (2026). O Copenhagen Psychosocial Questionnaire é referência mundial na medição de fatores psicossociais. O Atempo usa uma adaptação screening do COPSOQ III para monitoramento contínuo — itens únicos por fator aplicados semanalmente. Zábrodská et al. (2026) demonstram que versões screening preservam ~77,2% da variância explicada pela versão longa quando combinadas com coleta de alta frequência (EMA, ciclo de 4 semanas).
Codo (1999) — Educação: carinho e trabalho; Benevides-Pereira (2002) — burnout no Brasil; Tamayo (2003) — valores organizacionais e exaustão; Murofuse, Abranches & Napoleão (2005); Carlotto & Câmara (2008) — validação da MBI-GS em português brasileiro.
O Atempo utiliza perguntas únicas por fator (single-item measures) com alta frequência de coleta — abordagem validada por Wanous, Reichers & Hudy (1997)(medidas de item único apresentam correlação adequada com escalas multi-item); Fisher, Matthews & Gibbons (2016) (validação para burnout em monitoramento frequente); Stone & Shiffman (1994) (ecological momentary assessmentcompensa menor profundidade por item com maior sensibilidade temporal); e Zábrodská et al. (2026) (screening do COPSOQ III preserva ~77,2% da variância da versão longa). A combinação de alta frequência (diária/semanal) com cobertura multifatorial (13 fatores em ciclo de 4 semanas) detecta tendências precoces que instrumentos aplicados semestralmente não captam.
Os 13 fatores de risco psicossocial monitorados
Cada fator é mapeado a um instrumento validado (com destaque para COPSOQ III como referência principal). A coluna "referência" indica de onde a operacionalização vem. Os fatores estão organizados em dois blocos: fixo semanal (5 fatores, coletados toda semana) e rotativo NR-1 (8 fatores em ciclo de 4 semanas) — totalizando 13 fatores.
Coleta em 2 camadas
O Atempo coleta dados em duas camadas complementares — uma diária de sinais agudos e uma semanal que combina um bloco fixo (Maslach/JDC) com um bloco rotativo NR-1 dentro do mesmo check-in.
2 perguntas, dias úteis. Energia mental e capacidade de recuperação (escala 1–5). Alimenta o componente de curto prazo do Indicador.
Bloco fixo: 5 perguntas (exaustão, distanciamento, eficácia, sobrecarga, intenção de afastamento). Bloco rotativo NR-1: 2–3 perguntas adicionais no mesmo check-in, girando ao longo de 4 semanas até cobrir os 8 fatores rotativos.
Total: 5 fatores fixos semanais + 8 fatores rotativos NR-1 = 13 fatoresmonitorados em ciclo de 4 semanas.
AEP Psicossocial integrada (NR-17)
A NR-17 exige uma Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) que inclui a dimensão psicossocial. O Guia Técnico do MTE orienta que a gestão dos riscos psicossociais deve ter início pela AEP — caracterizando a empresa, as atividades, os trabalhadores expostos e os fatores de risco já presentes na operação.
No Atempo, a AEP psicossocial é cumprida automaticamente no primeiro ciclo completo de coleta — exatamente os mesmos check-ins descritos acima. Não há questionário adicional para o colaborador nem fase preparatória manual para o RH.
- • Participação ≥ 60% dos colaboradores ativos
- • 4 semanas de coleta concluídas (≥ 21 dias)
- • Cobertura dos 13 fatores NR-1 (5 fixos + 8 rotativos)
- • Relatório PDF: identificação, resultados por fator, radar NR-1, riscos e recomendações
- • Inventário inicial de riscos psicossociais alimentando o PGR
- • Transição transparente para o monitoramento contínuo
Base normativa: NR-17 item 17.3.1 (Avaliação Ergonômica Preliminar); Guia Técnico MTE sobre fatores psicossociais (2024). A dimensão física da ergonomia (postos de trabalho, mobiliário, ambiente físico) deve ser avaliada separadamente por profissional de SST — o Atempo cobre apenas a dimensão psicossocial da AEP.
Normalização em risco (0–100, maior = mais risco)
Todas as perguntas usam escala Likert 1 a 5. Para combinar itens com sentidos opostos (uns onde maior valor = melhor condição, outros onde maior valor = pior condição), convertemos linearmente para uma escala única 0–100 onde maior sempre significa MAIS RISCO. Essa unificação garante um único número comparável entre fatores e entre check-ins.
# Perguntas NEGATIVAS — maior valor = pior # (ex.: exaustão, distanciamento, sobrecarga, intenção de afastamento) risco_item = ((valor - 1) / 4) * 100 # 5 → 100, 1 → 0 # Perguntas POSITIVAS — maior valor = melhor; invertemos para virar RISCO # (ex.: energia, recuperação, eficácia, autonomia, suporte, NR-1 em geral) risco_item = ((5 - valor) / 4) * 100 # 1 → 100, 5 → 0 # Resultado em ambos os casos: 0 = sem risco | 100 = risco máximo
Essa transformação preserva ordem e proporção e permite combinar componentes em média ponderada — abordagem padrão em escalas psicométricas como COPSOQ e MBI-GS adaptadas ao formato 0–100.
Indicador de Bem-Estar (0–100, maior = mais risco)
O Indicador de Bem-Estar é o número único exibido no painel do colaborador e nas agregações da gestão. Apesar do nome positivo, sua escala segue a convenção técnica de risco: 0 = melhor bem-estar possível (nenhum sinal de risco), 100 = risco máximo. Quanto mais baixo, melhor.
Ele compõe dois blocos: o componente principal (sinais agudos baseados em MBI + JDC) e o componente NR-1 (média dos fatores psicossociais rotativos das últimas 4 semanas).
# Componente principal — média PONDERADA dos itens normalizados em RISCO
# Os pesos refletem a importância relativa de cada dimensão na literatura
# (MBI: exaustão como componente central; JDC: demanda > controle).
# Energia e recuperação: média dos últimos 7 dias.
# Demais: último check-in semanal.
principal = (energia × 0,15) + (recuperação × 0,15)
+ (exaustão × 0,20) + (distanciamento × 0,20)
+ (eficácia × 0,15) + (sobrecarga × 0,10)
+ (afastamento × 0,05)
# Soma dos pesos = 1,00. Se algum item estiver indisponível,
# renormalizamos sobre os pesos efetivamente presentes.
# Componente NR-1 — média do RISCO por fator
# (válido apenas se pelo menos 3 fatores distintos têm dados
# nas últimas 4 semanas)
nr1 = média(risco_fator) se n_fatores >= 3,
caso contrário não computado
# Indicador final
indicador = round( principal * 0,85 + nr1 * 0,15 )
indicador = round( principal ) # se NR-1 indisponívelO peso 85/15 reflete que sinais agudos (exaustão, energia, sobrecarga) variam mais rápido e prevêem melhor o estado atual, enquanto os fatores NR-1 são antecedentes organizacionais mais estáveis — em linha com a distinção "strain × hazard" do JD-R (Bakker & Demerouti, 2017). Os cortes seguem a lógica usada no MBI-GS para perfis "burned-out" e "engaged" (Schaufeli & Salanova, 2007) adaptados à escala 0–100. Não é diagnóstico clínico — é um indicador de risco que orienta ação preventiva, em conformidade com o item 1.5.4.4 da NR-1 (monitoramento contínuo).
Score NR-1 por fator
Cada um dos 13 fatores (5 fixos semanais + 8 rotativos NR-1) recebe uma nota individual (em RISCO, 0–100, maior = pior) usada no radar do colaborador e nas agregações por departamento. Os cinco itens semanais fixos (exaustão, distanciamento, eficácia, sobrecarga, intenção de afastamento) compõem o bloco principal, mas também aparecem como fatores observáveis quando o risco cruza o limiar.
risco_fator = round( média( risco_item normalizado )
para todas as respostas do fator
nas últimas 4 semanas )
# Fatores com risco > 60 nos últimos 28 dias entram no card
# "Fatores a observar" e são sugeridos automaticamente ao
# inventário de riscos do PGR.Matriz de risco 5×5 (PGR)
No inventário PGR, cada risco identificado recebe um par Probabilidade × Severidade em escala 1–5, gerando um multiplicador 1–25 e quatro níveis de criticidade. Estrutura adotada pelo Guia Técnico MTE (2024) e alinhada à ISO 31000:2018(gestão de riscos) e à ISO 45003:2021.
risco = probabilidade * severidade (1 a 25) <= 4 Baixo 5-9 Atenção 10-14 Elevado >= 15 Crítico Probabilidade: 1 raro · 2 improvável · 3 possível · 4 provável · 5 frequente Severidade: 1 insignificante · 2 leve · 3 moderada · 4 alta · 5 crítica
Os planos de ação seguem os 5 níveis da hierarquia de controle prevista na NR-1, adaptados ao contexto psicossocial — onde "controles de engenharia" viram controles organizacionais estruturais e "EPI" vira monitoramento contínuo individual.
- 1. Eliminação — remover a fonte do risco (ex.: encerrar prática de assédio, extinguir meta abusiva).
- 2. Substituição / redesenho — trocar o processo por outro menos nocivo (ex.: redesenhar fluxo de atendimento, substituir modelo de avaliação punitivo).
- 3. Controle organizacional estrutural (equivalente à engenharia) — mudanças estáveis na estrutura da empresa: jornada, organograma, canais formais de escuta, política de férias.
- 4. Controle administrativo — treinamento de liderança, política anti-assédio, pausas obrigatórias, código de conduta.
- 5. Monitoramento contínuo (equivalente ao EPI) — acompanhamento individual via Atempo, reavaliação periódica, encaminhamento clínico quando necessário.
Cada ação é registrada e auditável dentro do produto, com vínculo ao risco de origem no inventário PGR.
Faixas e níveis do Indicador de Bem-Estar
O Indicador de Bem-Estar e cada score de fator NR-1 usam a mesma escala unificada de risco (0–100, maior = pior), com quatro faixas:
As mesmas faixas são aplicadas ao indicador composto, aos scores por fator NR-1 e às agregações por departamento — garantindo leitura consistente em todas as telas do produto e no relatório PGR.
Privacidade, LGPD e k-anonimato
- • O colaborador vê apenas seus dados pessoais.
- • O gestor só vê agregações de departamentos com ≥ 5 membros ativos (k-anonimato, k=5) — referência: Sweeney (2002).
- • Donos da empresa e super admin nunca acessam check-ins individuais.
- • Toda criação, edição e visualização sensível é registrada em audit log imutável.
- • Conformidade com LGPD (Lei 13.709/2018), em especial art. 11 — dado pessoal sensível de saúde. O tratamento desses dados no Atempo fundamenta-se no art. 11, inciso II: (a) mediante consentimento específico e destacado do titular, obtido no cadastro; e (b) para cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador, tendo em vista as exigências da NR-1 quanto ao monitoramento de riscos psicossociais.
- • O sistema não realiza diagnóstico clínico nem rotula pessoas — é instrumento de gestão preventiva conforme NR-1 item 1.5.4.4.4.
Este sistema não realiza diagnósticos clínicos. Ele serve como ferramenta de acompanhamento, prevenção e gestão de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, em conformidade com a NR-1 (Portaria MTE nº 1.419/2024). O primeiro ciclo de coleta (~4 semanas) constitui a AEP psicossocial conforme NR-17, item 17.3.1. A dimensão física da ergonomia (postos de trabalho, mobiliário, ambiente físico) deve ser avaliada separadamente por profissional de SST.
Referências completas
- • BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR-1 — Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Portaria MTE nº 1.419, de 27 ago. 2024.
- • BRASIL. MTE. Portaria nº 765, de 15 de maio de 2025 — prorroga o início da vigência da nova redação do capítulo 1.5 da NR-1 (aprovada pela Portaria MTE nº 1.419/2024) para 26 de maio de 2026. DOU de 16/05/2025.
- • BRASIL. MTE. Guia Técnico — Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho, 2024.
- • BRASIL. NR-7 — Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).
- • BRASIL. NR-5 — Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).
- • BRASIL. Lei nº 14.831, de 27 mar. 2024 — Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental.
- • BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 ago. 2018 — Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
- • BRASIL. Decreto nº 6.042/2007 — Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP).
- • BRASIL. Lei nº 13.467/2017 — Reforma Trabalhista.
- • ISO 45003:2021 — Occupational health and safety management — Psychological health and safety at work.
- • ISO 31000:2018 — Risk management — Guidelines.
- • OMS. CID-11 (Classificação Internacional de Doenças, 11ª Revisão), código QD85 — Burn-out. Aprovada na 72ª Assembleia Mundial da Saúde, maio de 2019. Em vigor desde 1º de janeiro de 2022.
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